
Quais os limites da
liberdade de expressão
na internet?
As redes sociais ampliaram a voz de causas e movimentos, mas também trouxeram um dilema: até onde o protesto online pode ir?
Luís Fernando Chacon, sócio do CMO Advogados e cliente FYI, alerta:
A linha entre ativismo digital e crime virtual é muito tênue.
Por isso, é fundamental que as manifestações dos usuários respeitem os limites legais.
Quem se comunica nas redes influencia debates públicos e mobiliza opiniões. Hoje, é comum até mesmo presenciarmos ondas de cancelamento envolvendo figuras públicas e usuários anônimos que viralizaram rapidamente.
Porém, liberdade de expressão não é uma licença para ultrapassar limites jurídicos. Calúnia, difamação, discurso de ódio e incitação à violência são exemplos de práticas que podem gerar consequências legais e danos à reputação.
Entender esses pontos é crucial para evitar que um posicionamento legítimo se transforme em um problema.

O ativismo genuíno, mesmo no digital, deve dialogar de forma responsável. Quando ultrapassa essa fronteira, pode configurar crime cibernético, com implicações legais sérias.
Marcas e criadores precisam estar atentos a essa linha, adotando uma comunicação cuidadosa e permanecerem cientes de quais conversas podem ou não se envolver, para não correrem riscos.
Antes de publicar, é essencial que os usuários das redes se perguntem:
• Esse conteúdo promove diálogo construtivo?
• Estou respeitando direitos e garantias individuais?
• Ele pode ser interpretado como ataque ou infração legal?
Comunicar com responsabilidade protege reputações, fortalece a credibilidade e ajuda a construir um ambiente digital mais seguro e saudável.
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